Bellintani joga a toalha na luta do Bahia por vaga na Libertadores: ‘Briga acabou’

O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, jogou a toalha na briga pela classificação para a pré-Libertadores do ano que vem. O dirigente concedeu em entrevista à Rádio Metrópole FM após a derrota do Tricolor para o Goiás por 4 a 3 na tarde deste domingo (24), no Serra Dourada, pela 34ª rodada do Brasileirão.

“É um segundo turno muito ruim, muito abaixo. Um segundo turno com números que ninguém esperava. Lógico que sempre fui pé no chão no sentido de colocar como objetivo do time estar entre os 10 primeiros do Brasileiro. A disputa da Série A é extremamente difícil, mas pelo primeiro turno que a gente fez, de fato brigamos pela Libertadores. A gente brigou, mas a briga acabou um pouco antes do que a gente imaginava. O que importa agora é a gente entender, rever, buscar erros, por que o time caiu tanto nessa segunda parte do campeonato. Vamos trabalhar para primeiro terminar o campeonato em bom estilo, honrando a camisa do clube, buscando a melhor colocação possível. E segundo, temos que aprender com os erros e enfrentá-los”, afirmou.

Com o resultado deste domingo, o Bahia caiu para a 10ª colocação ao permanecer com 44 pontos, seis a menos do que o Internacional, que é o oitavo e está na zona de classificação à pré-Libertadores do ano que vem. “Temos que aprender com os erros. Vamos entender exatamente o que está acontecendo com o time. É um rendimento muitíssimo ruim no segundo turno e que a gente de fato, entre erros individuais e coletivos entregamos um campeonato que estava pedindo para a gente se classificar. O campeonato foi bondoso com a gente, porque em várias oportunidades, se a gente ganhasse estávamos muito próximos de chegar na Libertadores ou pré-Libertadores e nós não fizemos a nossa parte”, completou Bellintani.

O mandatário do Tricolor não individualizou a culpa pelo baixo rendimento do time neste segundo turno do Brasileirão. Ele disse que é a responsabilidade é coletiva entre a presidência, diretoria, comissão técnica e elenco. “A gente nunca vai achar que uma queda dessa de rendimento vai ser culpa única e exclusivamente do treinador. A gente sabe que é uma responsabilidade coletiva e o primeiro responsável disso é o presidente. Eu não fujo das minhas responsabilidades. Sempre fui um presidente muito presente e não vou deixar de ser nesse momento. Agora, é uma conjunção de fatores que entra o treinador, comissão técnica, diretoria e jogadores também. A gente vai individualizar as responsabilidades para problemas que são coletivos. Então, naturalmente dividimos com todo mundo”, disse.

O Bahia volta ao gramado na próxima quarta-feira (27), às 21h, para enfrentar o Atlético-MG, na Arena Fonte Nova. O jogo será válido pela 35ª rodada da competição.

Silvio Caldas

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